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	<title>Arquivos Marketing Digital &#187; MyWebsolution</title>
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	<description>SUA SOLUÇÃO PARA WEB</description>
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		<title>Descubra a diferença entre logo, logotipo e logomarca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 19:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação de Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sites]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As expressões “logo”, “logotipo” e “logomarca” são usadas com frequência, mesmo por pessoas que não sabem direito o que elas significam e quais as diferenças entre<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As expressões “<a href="http://www.printi.com.br/tutoriais/video/como-criar-seu-logo">logo</a>”, “<a href="https://www.printi.com.br/blog/como-fazer-um-logo-criativo">logotipo</a>” e “logomarca” são usadas com frequência, mesmo por pessoas que não sabem direito o que elas significam e quais as diferenças entre os termos. Como consequência, é comum haver confusões quando o assunto é tratado nas empresas.</p>
<p>Para acabar de uma vez por todas com as dúvidas sobre o assunto, vamos entender nesse post o que significa cada um desses termos!</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" title="Logo, logotipo ou logomarca?" src="https://www.printi.com.br/blog/sites/default/files/logo-logotipo-logomarca_0.png" alt="Logo, logotipo ou logomarca?" width="600" height="268" /></p>
<p><strong>O que é logotipo?</strong></p>
<p>Logotipo é uma palavra de origem grega composta por dois termos: logos (significado) e typos (símbolo ou figura). Sendo assim, o logotipo pode ser traduzido como um conceito transmitido através de um símbolo. Já a expressão “logo” é apenas uma abreviação desse mesmo termo.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" title="O que é logotipo?" src="https://www.printi.com.br/blog/sites/default/files/logotipo.png" alt="O que é logotipo?" width="600" height="163" /></p>
<p>Estamos tão acostumados a ver logotipos que, muitas vezes, acabamos nem prestando atenção. Porém, inconscientemente, associamos a fonte e as cores utilizadas à alguma marca. Veja só:</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" title="A importância do logotipo na identificação da empresa" src="https://www.printi.com.br/blog/sites/default/files/google.png" alt="A importância do logotipo na identificação da empresa" width="600" height="240" /></p>
<p>Você provavelmente é capaz de associar essas cores e formas geométricas à marca Google, mesmo sem a utilização das letras.</p>
<p>Note que, na prática, os logotipos são compostos pelo nome fantasia da empresa com formas, cores e símbolos que a identificam. Portanto, o logotipo é a união de uma tipografia estilizada com símbolos determinados.</p>
<p>O <a href="http://www.printi.com.br/tutoriais/video/como-criar-seu-logo">design dos logos</a> não é definido ao acaso, muito pelo contrário. Tudo é muito bem pensado, planejado e desenvolvido para transmitir o máximo das características da empresa e para criar um vínculo de associação na mente do cliente (tal qual o das cores do Google que você identificou anteriormente).</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" title="O que é logo?" src="https://www.printi.com.br/blog/sites/default/files/logo-definicao_0.png" alt="O que é logo?" width="600" height="171" /></p>
<p>O logotipo é usado sempre que a empresa precisa ser identificada e facilmente notada pelo público. Ele também deve estar presente em qualquer material gráfico produzido pela empresa, como por exemplo: anúncios, banners, faixas, outdoors e folders.</p>
<p><strong>O que é logomarca?</strong></p>
<p>O termo “logomarca” é utilizado de maneira errada no Brasil. A confusão geralmente acontece quando alguém tem a intenção de se referir-se ao logotipo. No nicho publicitário, essa palavra é rejeitada e são utilizadas as denominações corretas.</p>
<p>Mas “marca” é um conceito que existe. É o símbolo que representa a empresa, sem necessariamente estar acompanhado da tipografia. O intuito é o mesmo do logo: fazer a empresa ser facilmente identificada. Quando a marca é bem desenvolvida, você consegue identificar as empresas só de olhar para elas. Por exemplo:</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" title="O desenvolvimento da marca" src="https://www.printi.com.br/blog/sites/default/files/logo.png" alt="O desenvolvimento da marca" width="600" height="250" /></p>
<p>Aposto que você reconheceu todas! Mas só para conferir, as imagens acima se tratam das marcas das empresas: Apple, Bradesco, Twitter, Nike, Hering, Android, Kibon e Pepsi.</p>
<p><strong>Ficou mais claro agora? Você já sabia dessa diferença? Deixe aqui o seu comentário!</strong></p>
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		<title>Chat online, A importância de ter um para a sua Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 17:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Loja Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das datas mais importantes para o varejo online e físico, em quase todos os segmentos e mercados, é a Black Friday. Empreendedores e empresas de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das datas mais importantes para o varejo online e físico, em quase todos os segmentos e mercados, é a Black Friday. Empreendedores e empresas de todos os portes se planejam para esta data com muita antecedência e dedicação, afinal, para muitos setores o resultado do ano depende do sucesso deste evento (com muitas vendas!!).</p>
<p>A cada ano que passa, o potencial que o comércio digital possui no mercado varejista é cada vez mais evidente. Empresas tiveram que se inovar de forma dinâmica para acompanhar a alta demanda online e com isto, expandiram seu faturamento neste canal de maneira rápida. Com esse aumento de aceitação dos canais digitais entre os consumidores, espera-se que a representatividade do ecommerce durante a Black Friday seja a maior de todos os tempos. É necessário, portanto, estar preparado para acompanhar esta tendência e ferramentas como o chat online se tornam essenciais para o sucesso da loja online.</p>
<p>Em uma loja física é fácil disponibilizar atendentes para sanar as principais dúvidas dos consumidores. Em uma loja digital, ter um chat online atualmente se tornou indispensável para alavancar as vendas do negócio, ainda mais durante um evento de destaque, com grande fluxo de clientes, como é a Black Friday. Uma <a href="https://www.digitaldoughnut.com/articles/2017/march/5-reasons-why-live-chat-is-the-latest-must-have?_ga=2.190546667.1541163293.1601386525-1880263584.1601386525" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">pesquisa</a> realizada pela empresa norte-americana Forrester Research, afirma que cerca de 44% dos compradores americanos acreditam que o auxílio de uma pessoa pelo chat para responder perguntas dos clientes durante uma compra online é uma das características mais importantes que um ecommerce pode oferecer. Ter um chat não deve ser considerado mais um item extra, mas sim uma ferramenta de extrema importância para fidelizar os clientes, tornar a experiência de compra mais satisfatória e aumentar as vendas.</p>
<p>Por esse motivo listei aqui os três benefícios mais relevantes dessa ferramenta e a importância de utilizá-la durante eventos de grande importância para o varejo:</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" class="wp-image-33989" src="https://i2.wp.com/blog.lojaintegrada.com.br/wp-content/uploads/2020/10/chating.gif?w=1140&amp;ssl=1" alt="" data-attachment-id="33989" data-permalink="https://blog.lojaintegrada.com.br/a-importancia-do-chat-online-para-a-sua-black-friday/chating/" data-orig-file="https://i2.wp.com/blog.lojaintegrada.com.br/wp-content/uploads/2020/10/chating.gif?fit=480%2C360&amp;ssl=1" data-orig-size="480,360" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="chating" data-image-description="" data-medium-file="https://i2.wp.com/blog.lojaintegrada.com.br/wp-content/uploads/2020/10/chating.gif?fit=300%2C225&amp;ssl=1" data-large-file="https://i2.wp.com/blog.lojaintegrada.com.br/wp-content/uploads/2020/10/chating.gif?fit=480%2C360&amp;ssl=1" data-recalc-dims="1" /></figure>
</div>
<h2><strong>1. O chat online é a forma de atendimento ao consumidor com maior nível de satisfação. </strong></h2>
<p>Entre os principais meios de atendimento ao cliente, tem-se que a satisfação do atendimento via chat dentro do ecommerce é de 73%, na frente de meios como o e-mail (61%) e telefone (44%). Além disso, pessoas mais satisfeitas com o atendimento durante a experiência de compra tendem a retornar à loja, efetuar novas compras e indicar a loja para demais pessoas. De acordo com o <a href="https://www.emarketer.com/Article/How-Helpful-Live-Chat/1007235?_ga=2.149008374.1541163293.1601386525-1880263584.1601386525" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">artigo</a> do eMarketer, 63% das pessoas que utilizaram o chat em uma plataforma de loja virtual retornaram ao website e 62% tendem a comprar novamente do lojista online que utiliza esta ferramenta.</p>
<p>Desta maneira, durante a Black Friday o uso do chat é de grande benefício para o lojista, uma vez que o evento possibilita a loja receber um maior fluxo de consumidores, entre novos e frequentes clientes, o que cria a oportunidade da loja fidelizá-los, garantindo futuras vendas e uma divulgação para terceiros, uma vez que utiliza-se a ferramenta como meio de atendimento para elevar a satisfação destes clientes.</p>
<h2><strong>2. O chat online reduz os custos do ecommerce.</strong></h2>
<p>Possuir um chat online, sendo ele um robô ou uma pessoa, torna o atendimento dos clientes mais barato para o lojista, uma vez que a assinatura do chat online é mais barata do que uma central de telefonia. Além disso, através do chat é possível atender diversas pessoas simultaneamente, enquanto por telefone o serviço é individualizado, podendo gerar gargalos e insatisfação por parte dos cliente pela lentidão do atendimento. O chat, portanto, é um meio mais barato, mais prático, flexível para se relacionar com os consumidores de uma determinada loja digital.</p>
<p>O chat, para eventos do porte da Black Friday, é essencial para garantir um atendimento adequado, rápido e prático para os clientes de uma loja virtual. Pelo alto fluxo de acessos ao ecommerce ser muito dinâmico durante estes períodos, o atendimento através do chat se torna uma opção mais flexível para atender o maior número de consumidores simultaneamente, além de ser a opção de atendimento mais viável economicamente.</p>
<h2><strong>3. Aumente suas vendas com o chat online!</strong></h2>
<p>O chat online não funciona apenas para dúvidas e reclamações por parte dos clientes, mas também pode funcionar de forma ativa para aumentar as vendas do ecommerce. Para isso, o chat deve funcionar de forma proativa ao identificar alguma oportunidade que possa levar o consumidor a comprar mais dentro da loja, achar de forma mais rápida itens que sejam do interesse deste, levá-lo a realizar uma compra de impulso ou compra casada, como por exemplo um cliente que ao comprar um travesseiro no site, poderá inserir uma regra para que o chat ofereça de forma proativa roupas de cama como um complemento desta compra.</p>
<p>A Black Friday possibilita aos clientes comprar produtos com o preço abaixo do que se pratica no mercado nos dias normais. Desta maneira, isto pode gerar um aumento nas compras por impulso ou compras casadas, uma vez que o consumidor vai enxergar o preço de um determinado produto como uma oportunidade única. Utilizar, portanto, um chat de forma proativa, que saiba identificar oportunidades e o tempo certo de oferecer o produto correto ao cliente durante uma experiência de compra, pode alavancar, e muito, a venda do lojista.</p>
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		<title>Interação e segunda tela na era digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 16:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o boom da internet, nos anos 2000, é perceptível as mudanças que aconteceram nos veículos de comunicação de massa, como jornais, rádios e TV, como a inclusão de sites conectando as emissoras e grandes jornais; interação do público através de redes sociais; adaptação de conteúdo, entre outras.</p>
<p>Isso porque a internet, diferente dos grandes veículos de comunicação, permite a propagação de inúmeros conteúdos sem que seja preciso acompanhá-los desde o começo, como um canal no YouTube, diferente de uma novela. Do mesmo modo, é possível escolher o dia e horário mais adequado para assistir aquilo que tanto almeja, como na TV a cabo e, mais recentemente, nos serviços de streaming.</p>
<p>O que acontece é que a internet permitiu uma comunicação de mão dupla. Algo que não existia antes na TV e outros MCM (meios de comunicação de massa), tornando-a um lugar especial para se comunicar com potenciais clientes.</p>
<h2><b>Conversa e integração nas redes sociais</b></h2>
<p>Com a intenção de acompanhar os avanços tecnológicos, as emissoras de televisão apostaram na personalização de conteúdo para os públicos mais diversos, assim como propostas mais interativas para seus telespectadores.</p>
<p>Concomitante às adequações da TV ao perfil do público, a internet surgiu, possibilitando tudo que os veículos anteriores tentavam fazer: informações disponíveis a qualquer lugar, individuais e de acordo com as necessidades de cada um. Mostrando, assim, algo que vai além de novos formatos propostos por emissoras: a interatividade.</p>
<p>O avanço tecnológico, os preços dos aparelhos necessários para o acesso à internet têm diminuído, assim como o custo de acesso à rede cobrado pelas operadoras telefônicas. A internet passou, então, a estar cada vez mais ao alcance das pessoas.</p>
<p>Segundo o IBGE, entre os anos 2000 a 2014, o número de usuários de internet no Brasil cresceu de 6% da população (aproximadamente 8 milhões, àquela época) para 55%, quase 80 milhões (no último estudo).</p>
<p>Levando em consideração o atual panorama da internet e de acordo com os últimos números, o consumo de vídeos pela internet ultrapassou pela primeira vez o da televisão, de acordo com o estudo “IMS Video in LatAm”, elaborado em 2015. A pesquisa mostrou que no Brasil, existem mais pessoas assistindo videos on demand (VOD) do que TV aberta: são 82% contra 73%. Não só isso, essas pessoas gastam mais de 13 horas assistindo VOD por semana, 8,1 horas.</p>
<p>Nos últimos tempos, plataformas de vídeo como o YouTube caíram ainda mais no gosto das pessoas, segundo a empresa, o crescimento alcançou 60% apenas 2014 em relação ao ano anterior. No mundo, o YouTube já alcança 1 bilhão de usuários por mês, se tornando uma plataforma de integração e produção de conteúdo visível e atrativa.</p>
<h2><b>Segunda tela: realidade comum</b></h2>
<p>Com a internet, surgiu a possibilidade de veicular vídeos amadores e profissionais de jeito ágil e prático. Entretanto, sem perder a capacidade de disseminar parte de seu conteúdo na web, a televisão tem ganhado um público novo nas plataformas digitais, encontrando novas fórmulas de sucesso, trabalhando estratégias integradas para participar da conversa com o usuário, como é possível ver a integração de redes sociais nos programas de TV, conteúdos exclusivos de programas televisivos na Web, salas de bate-papo após uma entrevista em um telejornal, por exemplo.</p>
<p>No Relatório de Tendências de Consumo em TV e Vídeo de 2012, 62% das pessoas que responderam ao questionário afirmaram que assistem aos programas televisivos enquanto usam redes sociais.</p>
<p>Isso acontece porque enquanto um telespectador assiste ao programa televisivo, pode comentar sobre ele nas redes sociais, além de acessá-lo posteriormente em uma página na web.</p>
<p>Atualmente, diversos programas de entretenimento da TV exibem inúmeros comentários de usuários que falam sobre eles durante sua transmissão. O fenômeno da segunda tela só é conhecido porque se torna essencial o uso de redes sociais como Twitter, Facebook e Snapchat para complementar o momento do consumo na TV.</p>
<p>Dá só uma conferida no gráfico que mostra a frequência do uso de dispositivos eletrônicos quando assistem TV:</p>
<p>Dados do comScore de 2014 mostram que 76% dos internautas fazem uso de pelo menos um dispositivo enquanto assistem TV, contra 73% do ano anterior. O aumento veio dos smartphones.</p>
<p>Agora, perceba que a atenção dos usuários não está voltada para a TV, mas para os dispositivos:</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça 5 passos para construir uma cultura da inovação na sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 15:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscar diferenciais criativos para vender produtos ou serviços já faz parte da rotina das empresas. O que nem sempre é levado em consideração, porém, é o tipo de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a href="https://www.mywebsolution.com.br/conheca-5-passos-para-construir-uma-cultura-da-inovacao-na-sua-empresa/">Conheça 5 passos para construir uma cultura da inovação na sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.mywebsolution.com.br">MyWebsolution</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Buscar diferenciais criativos para vender produtos ou serviços já faz parte da rotina das empresas. O que nem sempre é levado em consideração, porém, é o tipo de inovação que o mercado procura, ou se ele está preparado para o que o seu negócio pretende oferecer. Nessa hora, fazer uma análise da concorrência é uma ótima forma de definir suas estratégias.</p>
<p>O conceito de inovação é muito amplo. Por isso, é preciso um esforço para pensar em soluções inéditas e que se adaptem aos tempos e às necessidades de cada empresa. É importante que a organização seja capaz de questionar sua própria atuação: como meu produto pode ser melhor? Como gastar menos na produção? O que fazer para aumentar a produtividade da minha equipe?</p>
<p>No post de hoje, listamos 5 passos para construir uma cultura da inovação na sua empresa. Continue a leitura e entenda os benefícios!</p>
<h2>1. Aposte em capacitação constante</h2>
<p>Para criar um ambiente propício à inovação, é preciso manter a equipe constantemente bem treinada. Afinal, cursos e capacitações regulares ajudam a ampliar os horizontes do grupo e a fomentar um ambiente de trabalho criativo e colaborativo.</p>
<p>Esses treinamentos podem ser na área técnica e operacional, visando orientar sobre novas tecnologias e ferramentas, ou contemplar áreas comportamentais. São esses últimos que ajudam a desenvolver habilidades importantes para um ambiente profícuo, de criação e renovação.</p>
<h2>2. Incentive o diálogo interno</h2>
<p>Antes de começar, pare para pensar em como as coisas são decididas na sua empresa: com a participação de todos ou apenas dos diretores? O diálogo é o fermento de ambientes inovadores. Se a sua organização se mantém fechada a ideias e opiniões de todos, dificilmente será um ambiente adequado à cultura da inovação.</p>
<p>Crie mecanismos de troca de ideias e de escuta permanente. Nesse movimento, é importante envolver colaboradores, funcionários, fornecedores e comunidade. Eles ajudarão na busca por soluções mais efetivas e que realmente possam fazer a diferença na experiência dos públicos com seu produto ou serviço.</p>
<h2>3. Recompense as boas ideias</h2>
<p>Quando a empresa está disposta a inovar, é importante criar um fluxo que estimule a equipe a dar contribuições. Uma ótima forma de fazer isso é recompensar as boas ideias com prêmios e incentivos. A premiação pode ser de várias formas: financeira, cursos, folgas e até a oportunidade de treinar uma nova ferramenta de forma exclusiva.</p>
<p>O importante é criar um estímulo permanente. Assim, os colaboradores se mantêm dispostos a buscar novas soluções e também a desenvolvê-las. Se há recompensar, o grupo consegue pensar em soluções de qualidade e que sejam mais facilmente implementadas, ajudando a criar uma cultura da inovação.</p>
<h2>4. Busque novas oportunidades</h2>
<p>Aproveite cada momento para buscar o novo: a crise, a falta de mão de obra, a mudança de fornecedores, eventos do seu segmento. Qualquer situação nova é uma oportunidade de repensar o seu fluxo e inovar processos. Boas ideias podem aparecer nos lugares mais inesperados, mas sua empresa também deve estar preparada para receber esses insights.</p>
<h2>5. Aproveite a tecnologia para criar uma cultura da inovação</h2>
<p>Grande parte das mudanças que vemos no mundo se deu em virtude da revolução tecnológica, principalmente a partir do surgimento da internet.</p>
<p>Se o mundo caminha para essa movimentação, é essencial que sua empresa acompanhe as tendências. O seu cliente mudou, o seu mercado passa por transformações diárias e, com isso, você também precisa aprender a tomar decisões baseadas em informações e métricas.</p>
<p>Depois dessas dicas, aproveite para repensar suas ações e estratégias, criando naturalmente uma cultura da inovação na usa empresa. É sempre bom lembrar que as soluções online podem trazer bons resultados a qualquer tipo de negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pare e pense: a sua empresa realmente precisa estar nas redes sociais?</title>
		<link>https://www.mywebsolution.com.br/pare-e-pense-a-sua-empresa-realmente-precisa-estar-nas-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 23:42:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de Sites e Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos na era da conectividade. Hoje, tudo está conectado o tempo todo. Sua geladeira com seu celular, sua televisão com seus aplicativos do tablet. Mas estar conectado é algo que vai além de dispositivos. Essa nova era mudou nosso jeito de pensar e nossa forma de nos comunicar. Há quem diga que vivemos já em um cenário do pós-humano, no qual o homem não consegue se dissociar mais das tecnologias e sua vivência está intimamente relacionada ao mundo digital, de forma que ele se vê, em alguns momentos, em um cenário de crise de identidade individual.</p>
<p>As redes sociais foram um importante mecanismo que ajudou a instaurar essa nova era e alterou duas grandes variáveis da vida humana: o tempo e o espaço. Com elas, também veio uma nova responsabilidade (e desafio!) para os times de marketing das empresas. Como lidar com esse novo mindset? Como me adaptar ao novo cenário?</p>
<p>Hoje percebemos que as marcas se sentem impelidas a participar desse movimento, a se conectar. Mas, na grande maioria das vezes, elas não estão preparadas para essa conexão. É aí que muitas vezes nos vemos em um cenário de síndrome do objeto brilhante.</p>
<p>Estar nas redes sociais porque todo mundo está, porque o presidente da empresa pediu, não é suficiente. Na verdade, é absurdo.</p>
<p>As marcas precisam, primeiramente, pensar se elas conseguem produzir um conteúdo interessante para o seu público, ou até mesmo descobrir se o público ao qual ela se relaciona está presente nas redes sociais.</p>
<p>Uma marca do interior do Amapá, por exemplo, onde a internet possui péssima conexão e são poucas as pessoas com acesso realmente precisa de um site? Fazer folhetos promocionais não é muito mais interessante para ela?</p>
<p>A cultura da conexão força as marcas a entrarem em um cenário que elas, muitas vezes, não vão conseguir dominar. Nem tudo precisa acompanhar as tendências, as últimas novidades do meio tecnológico. E as marcas precisam compreender isso.</p>
<p>Estar nas redes sociais é viver um contínuo processo de reciclagem A partir do momento em que se aventura nas redes sociais, a marca deve estar preparada para mudar seu mindset, se reinventar. Isso porque redes sociais não são ferramentas, são formas de pensar. Aqui está o primeiro questionamento: sua empresa tem flexibilidade e maturidade para se reinventar a qualquer instante? Ela consegue acompanhar tendências em tempo real?</p>
<p>Se engajar em um assunto depois que ele passou não faz a mínima diferença. Na verdade, fica feio. Muito feio. Então, dependendo do seu posicionamento no mundo digital, estar sempre conectado e antenado é essencial. Sua marca está preparada para isso? O seu time está?</p>
<h2>Mais que propaganda, redes sociais são canais de relacionamento</h2>
<p>As redes sociais surgiram como um canal de interação social. Seja ela qual for, ela não foi criada para ser um suporte para a sua marca. Ela é uma intrusa nesse meio. E como premissa, ela é propícia à interação.</p>
<p>Agora pense: sua marca está pronta para interagir e reagir aos comentários e reações dos seus seguidores? Não basta ter uma pessoa na equipe responsável pelo SAC 2.0. Vai além disso.</p>
<p>As redes sociais instauraram uma cultura colaborativa. Elas diminuíram as barreiras de tempo e espaço. Isso significa que não basta responder o comentário. Ele tem que ser respondido de forma imediata, em tempo real, o que exige ter uma identidade muito clara e uniforme com a postura da marca mesmo no mundo offline.</p>
<p>Podemos citar como exemplo a postura do Ponto Frio nas redes sociais. Quem não ama o famoso pinguim no Twitter? Porém, se você vai a alguma loja da empresa, se depara com um cenário 100% engessado. Cadê a coerência? Por isso, aqui vai o próximo passo para refletir antes de se aventurar nas redes sociais.</p>
<h2>Tenha uma identidade clara</h2>
<p>Manter a identidade da marca e se abrir ao usuário é um desafio muito grande. Mais difícil ainda é quando a marca não possui identidade. Ela acaba perdendo a sua consistência com o tempo e passa a propagar um discurso vago, que poderia ser feito por qualquer outra pessoa. E isso nas redes sociais, não dá.</p>
<p>Como já falamos acima, as redes sociais propiciaram que vários atores participem da cena, do diálogo, do conteúdo. Sua marca consegue ter um posicionamento firme e uma linguagem adequada para lidar com todas as variáveis desse processo?</p>
<h2>Conteúdo relevante e direcionado à sua persona</h2>
<p>Outro ponto muito importante é avaliar se a sua empresa possui um conteúdo que, de fato, vale ser compartilhado com os usuários, que agregue valor a ele de alguma forma, que contribua e que se adeque ao perfil da sua persona.</p>
<p>Estar nas redes sociais e não falar de personas é quase impossível. Os dados devem ser seus aliados e uma série de fatores deve ser considerada na hora de criar conteúdo: como é o acesso à internet do seu público? Quais dispositivos eles usam para se conectar? Essa pessoa estará online no horário de trabalho ou no ônibus? Quais os formatos de conteúdos mais os atraem? E uma série de outros fatores que não cabe citar aqui.</p>
<p>Estar nas redes sociais põe como pressuposto uma série de riscos a serem corridos. Por isso, antes de entrar na onda da era da conexão e fazer um Blog, Facebook, Twitter ou o que for para uma marca, pense e avalie todos os possíveis cenários.</p>
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		<title>SEO para vídeos: descubra como os motores de busca do google lêem esse formato de conteúdo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 21:09:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O SEO (Search Engine Optimization) é a união das melhores técnicas de otimização para páginas na web. Essas otimizações têm o objetivo de melhorar a posição de páginas dentro do ranking orgânico dos buscadores, gerando maior tráfego e autoridade para aquele link. <b>Mas e SEO para vídeos, você já ouviu falar?</b></p>
<p>Criar relevância dentro das pesquisas no Google é fundamental para uma boa estratégia de marketing digital. Usar SEO para vídeos pode (e deve) ser mais um fator a se considerar na hora de tentar conquistar os primeiros lugares nas buscas orgânicas.</p>
<p>Com a produção de conteúdo em alta, o fato de uma marca ficar bem posicionada nas pesquisas tem muita importância para sua sustentação como referência no mercado. Um link de uma empresa na primeira página do Google resulta em uma grande visibilidade e consequentemente uma maior taxa de clique.</p>
<p>Tudo isso é fundamental para a geração de novos leads, clientes e conversão de vendas.</p>
<p>E como todo formato de conteúdo, o vídeo também é avaliado de acordo com sua relevância para os motores de busca.</p>
<p>Porém isso ainda é pouco explorado pelas empresas. Então esse é o momento de você entender como o SEO para vídeos funciona.</p>
<p>Após a leitura você vai estar preparado para investir nessa estratégia e sair na frente de seus concorrentes.</p>
<h2><b>Por que otimizar seus vídeos para SEO?</b></h2>
<p>O vídeo já é um dos formatos mais promissores do mercado. Para se ter uma ideia, <b>52% dos profissionais</b> de marketing o consideram o tipo de conteúdo que apresenta o melhor ROI.</p>
<p>E não é para menos, afinal, o <b>vídeo marketing</b> também se tornou o formato preferido de conteúdo de mais de 50% dos consumidores que pesquisam na internet.</p>
<p>Sem dúvida essas já são informações que convencem e muito sobre a importante do SEO para vídeos.Mas existem outros benefícios que valem a pena ser mencionados:</p>
<ul>
<li>Engajamento: um conteúdo em vídeo destacado nas pesquisas, além de ser mais atrativo que links em outros formatos, gera um maior alcance e engajamento mais efetivo.</li>
<li>Viralização: algumas vezes é possível que o número de cliques de seu vídeo cresça bastante, mesmo com um número pequeno de pesquisas relacionadas. Isso é o poder da viralização, o sonho de qualquer profissional de marketing, principalmente com a facilidade de compartilhamento dentro das redes sociais.</li>
<li>Conversão: a possibilidade do consumidor lembrar de uma marca que apareceu nos primeiros links é grande. Com um vídeo, é possível otimizar as<b> conversões de um site</b> de forma mais efetiva. Pesquisa indica que 40% dos consumidores ficam mais inclinados a realizar uma compra após assistir um vídeo.</li>
</ul>
<p>Vamos analisar de perto como funciona a prática dessa estratégia.</p>
<h2><b>SEO para vídeos dentro e fora do YouTube</b></h2>
<p>As regras de otimização de vídeos dentro do seu site não são idênticas àquelas que você deve respeitar dentro do YouTube – maior plataforma de conteúdo em vídeos do mundo. Por isso, vamos segmentá-las.</p>
<h2><b>YouTube</b></h2>
<p>Os primeiros resultados de busca no YouTube não apareceram ali por acaso. Em um dos lugares mais disputados do meio digital, eles com certeza têm todos os pontos necessários para atingir esse destaque.</p>
<h3><b>1. Invista em um canal</b></h3>
<p>Para uma marca se tornou fundamental produzir vídeos com frequência e participar mais da vida do cliente, levando assuntos cada vez mais interessantes para a necessidade dele.</p>
<p>Isso requer um processo de concepção de um canal no Youtube, que merece bastante atenção. É preciso ter em mente que tudo é relevante para uma pesquisa dentro da plataforma, desde a descrição do canal, seu layout e até os links externos da empresa.</p>
<h3><b>2. Palavra-chave</b></h3>
<p>Aqui, como na pesquisa orgânica dentro dos buscadores, também vale focar na distribuição de palavras-chave que tornam seu vídeo relevante.</p>
<p>Além do título, é possível trabalhar com as keywords na descrição dos vídeos, as chamadas tags. Elas irão ajudar as palavras-chave na associação das palavras buscadas com o vídeo, permitindo o usuário a se orientar e ao Youtube te dar maior destaque.</p>
<h3><b>3. Thumbnail</b></h3>
<p>Junto à palavra-chave a thumbnail dá um “rosto” ao vídeo.</p>
<p>É uma imagem que serve como uma espécie de capa, sendo fundamental para aumentar a taxa de clique e, dependendo de como foi produzida, pode fazer com que o público permaneça no vídeo até o final.</p>
<ul>
<li><b>Se você quiser fazer uma thumbnail incrível, a gente te ensina</b> <b>nesse link</b><b>.</b></li>
</ul>
<p>Para o YouTube, ainda existem mais alguns pontos interessantes que podem ser considerados relevantes, esses você pode conferir<b> aqui</b><b>,</b> além de receber outras dicas sobre a utilização da plataforma como divulgação de conteúdo.</p>
<h2><b>Vídeos em seu site</b></h2>
<p>Fora de uma plataforma de vídeos especializada, você deve pensar que seu conteúdo irá disputar posição com todo tipo de formato. Mas não deixe isso te desanimar, pois empresas que utilizam os vídeos em seus sites têm cerca de<b> 41% a mais de tráfego</b> do que quem não utiliza o formato.</p>
<p>Veja as principais otimizações:</p>
<h3><b>1. URL amigável</b></h3>
<p>Uma das maiores vantagens de ter o próprio site é a possibilidade de criar links que especificam bem o que sua página contém.</p>
<p>O ideal é que isso seja feito não só na página onde estiverem armazenados os vídeos, mas também em cada link separadamente. Isso dá uma autonomia para cada um, podendo atingir um campo mais amplo de pesquisas.</p>
<p>Lembrando que são links e não descrições: seja auto explicativo e compacto.</p>
<h3><b>2. SEO On Page</b></h3>
<p>São técnicas relativamente simples e que permitem bons resultados junto aos vídeos. Elas facilitam que os buscadores (e os usuários) de encontrem sua página.</p>
<p>Títulos são fundamentais para o SEO On Page, assim como a presença de uma descrição utilizando palavras-chave.</p>
<p>Sempre pense na organização da página como um todo, com uma boa estrutura de títulos e subtítulos, utilizando as tags em h1 e h2 para setorizar sua página.</p>
<p>Tome cuidado também com o exagero na quantidade de texto e imagem presente, pensando sempre na usabilidade da página. Isso pode contar na hora dos buscadores definirem a relevância do seu link.</p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p>Entender o processo de ranqueamento das plataformas e suas ferramentas de avaliação, é fundamental para atingir posições privilegiadas nas pesquisas dos usuários.</p>
<p>O SEO já é extremamente comum na otimização de páginas e conteúdo, mas está atingindo novos níveis com a chegada do SEO para vídeos.</p>
<p>Por ser uma técnica pouco conhecida, é uma grande oportunidade para você sair na frente de boa parte do mercado e começar a investir na otimização de seus vídeos, visando um destaque nas pesquisas dentro e fora do YouTube.</p>
<p>Mão na massa e coloque seu nome em destaque utilizando a produção audiovisual junto com as estratégias SEO.</p>
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		<title>Criando personas o que levar em consideração?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 20:11:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E a internet, com toda sua flexibilidade e possibilidades, acaba por ser uma das escolhas de muitas empresas para tentar melhorar esse quadro e encontrar potenciais clientes. É natural que eles queiram investir mais no marketing digital para tentar “salvar” um pouco do faturamento.</p>
<p>Mas na hora de “botar a mão na massa”, realmente pensar em estratégias para iniciar (ou impulsionar) esse trabalho digital, aparece a primeira dúvida: por onde devo começar?</p>
<p>Noutro dia li uma frase de W. Clement Stones que dizia “Pense primeiro e o trabalho já estará feito pela metade.” Se me permite, darei um conselho: antes de começar a investir num canal, faça um pequeno planejamento. E uma ótima maneira de começar esse planejamento é por meio da definição da sua persona.</p>
<h2>Mas afinal, o que é uma persona?</h2>
<p>A persona nada mais é que uma representação do seu cliente. Essa representação é moldada com base nos dados coletados em entrevistas com clientes reais e, quando possível, cruzadas com fontes de dados extraídas dos canais que utiliza na web.</p>
<p>Nessa entrevista feita com sua base de clientes atuais, você extrai informações demográficas, comportamentais, identifica histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e até mesmo preocupações.</p>
<p>Você deve estar se perguntando: mas isso não seria a mesma coisa que a definição de público-alvo? A resposta é: não. O público-alvo é uma forma mais abrangente de definir o tipo de pessoas que sua empresa deseja atingir. Veja de forma mais clara a diferença entre público-alvo e persona:</p>
<p><strong>Público-alvo:</strong> Homens e mulheres, entre 30 e 45 anos, casados, com renda média de R$ 5.000, com interesse em assuntos ligados a eventos, viagens, e que pretendem fazer uma viagem dentro do Brasil nos próximos meses.</p>
<p><strong>Persona:</strong> Giovanna tem 38 anos de idade, é casada, sem filhos e tem seu negócio próprio. Planeja junto com seu marido uma viagem por alguns pontos turísticos brasileiros, com preferência pela região Nordeste. Ela adora viajar, conhecer novos lugares, mas por receio procura uma agência que possa ajudá-los com um roteiro adequado, hospedagens, passagens e translados.</p>
<h2>Como começar a criar a persona?</h2>
<p>Me arrisco a dizer que você está com uma certa preocupação nesse exato momento: a quantidade de pessoas a serem entrevistadas. Não se preocupe, aí vai outra dica: envolva sua equipe de frente (comercial e suporte, por exemplo). Comece por ela. Identifique com sua equipe quais são os clientes que costumam comprar mais de você, quais entendem sua proposta/solução e com isso permanecem mais tempo como clientes, quais possuem um bom ticket médio, e nessa “peneira” você conseguirá ter a primeira ideia de quem é o seu cliente ideal.</p>
<h4>Pesquisa com os clientes identificados</h4>
<p>Após esse envolvimento com sua equipe de frente, você passa a ter uma ideia de persona, correto? Sim. Deve parar por aí? Não. Você tem uma ideia, algo fictício, mas ainda com pouco embasamento no que é real. Será através das entrevistas com esses clientes identificados que você conseguirá extrair os preciosos dados demográficos, comportamentais, suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios, preocupações, para complementar seu trabalho de construção de persona.</p>
<p>Aí você diz “Ah! Mas mesmo com essa peneira, ainda são muitos clientes para entrevistar!” Calma! Essa pesquisa precisa ser qualitativa e não quantitativa.</p>
<p>Você notará que, normalmente, após 10 entrevistas as respostas dadas pelos clientes costumam ser muito próximas. E daí, nesse momento, você conseguirá identificar certos padrões.</p>
<h4>Cruzando e interpretando os dados</h4>
<p>Com suas entrevistas em mãos, caso já possua uma presença digital, chega o momento de cruzá-las com outras bases de dados.</p>
<p>Analisando os dados que você possui no Google Analytics e Redes Sociais você pode pensar: os dados demográficos estão condizentes com os acessos que possuo? As informações que já possuía dos meus clientes no CRM podem complementar minha pesquisa?</p>
<p>Enfim, toda informação extraída e comparada será benéfica para que a sua persona fique mais fiel a realidade.</p>
<h4>A construção da persona com base nos dados</h4>
<p>É nesse momento que você dará “uma cara” para a sua persona. Você definirá um nome que represente essa pessoa fictícia. E com base na interpretação das informações que obteve, você conseguirá responder algumas perguntas que se aproximam do seu cliente ideal, como por exemplo: quem ela é, onde ela mora, o que gosta, o que faz, seus objetivos, seus medos e por fim, como você pode ajuda-la com o seu produto/serviço. Se preferir, dê um rosto a essa persona. Acrescente uma foto!</p>
<p>Não se preocupe caso identifique mais de uma persona a ser criada. Há empresas que possuem mais de uma persona para o trabalho, porém atente-se a não ter um elevado número de personas, pois há o risco de perderem o foco na comunicação.</p>
<p>Persona(s) criada(s), monte uma pequena apresentação e alinhe com o seu time. A partir desse momento, as definições sobre que tipo de trabalho realizar ficarão mais fáceis, pois sabem quem é (e como é) o seu potencial cliente.</p>
<h2>Resumindo!</h2>
<p>A criação de uma persona é um importante passo para definir a comunicação do seu negócio. E para criá-la, você pode seguir os seguintes passos:</p>
<h4>1. Equipe de frente</h4>
<p>Envolva as equipes que possuem contato direto com o público e identifique os clientes que possuem um melhor envolvimento com seus produto/serviço.</p>
<h4>2. Pesquisa com os clientes identificados</h4>
<p>Desenvolva uma pequena pesquisa e entre em contato com cada um dos seus clientes. Essa pesquisa pode ser feita por telefone, Skype, enfim, a forma que for mais confortável para o seu cliente desde que seja possível coletar os dados para o trabalho.</p>
<h4>3. Cruzando e interpretando os dados</h4>
<p>Se você já possui uma presença na web, como um site, uma fan page, por exemplo, conseguirá extrair através de relatórios algumas informações interessantes que auxiliarão quando comparadas nas respostas coletadas. Outra forma interessante é cruzar as novas informações com o que já possui em sua ferramenta de CRM.</p>
<h4>4. A construção da persona com base nos dados</h4>
<p>Você já possui um bom volume de informações nas mãos e já tirou algumas conclusões. Identificou um ou mais perfis de pessoas que se encaixam com o seu cliente ideal. A partir de agora, você tangibilizará tudo isso, colocará de forma visual para que sua equipe consiga preparar melhor a nova comunicação.</p>
<p>Gostou? Agora você pode dar início ao trabalho da jornada de compra do seu cliente e trabalhar melhor as oportunidades e melhorar suas conversões!</p>
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		<title>Como fazer SEO para imagens em 3 passos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 16:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A percepção visual exerce uma forte influência no universo digital. As imagens, por exemplo, são fundamentais no processo de tomada de decisão do consumidor e são<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A percepção visual exerce uma forte influência no universo digital. As imagens, por exemplo, são fundamentais no processo de tomada de decisão do consumidor e são utilizadas como ponto de atração e até mesmo como respiro entre um parágrafo de conteúdo e outro.</p>
<p>Se você tem um blog e/ou e-commerce é muito provável que você já entenda a importância das imagens para o seu site. E, diante de tanta importância, hoje vamos aprender juntos como fazer SEO para imagens ou como otimizar imagens para os motores de busca.</p>
<h2><b>Relação das imagens com o robô do Google</b></h2>
<p>Quando comecei a trabalhar com SEO, ouvi bastante a expressão “os robôs dos motores de busca não conseguem ler imagens”. Até certo ponto essa expressão é sim válida. Mas, estudando um pouco sobre a classificação de imagens, descobri que empresas de pesquisa estão desenvolvendo algoritmos que são capazes de rotular e descrever uma imagem por meio da identificação de características padrão, como cores, texturas, formas e outras características que ajudam a descrever uma imagem.</p>
<p>Então sim, de certa forma os algoritmos já são capazes de entender e descrever uma imagem, mas isso não anula a importância da otimização de imagens e você vai entender o porque disso logo abaixo!</p>
<h2><b>Como otimizar imagens?</b></h2>
<p>Existem três elementos essenciais para a otimização de imagens. O primeiro é a <b>compactação</b>, o segundo é o <b>título</b> e o terceiro é o<b> alt text</b> <i>(texto descritivo)</i> da imagem. Para você não ficar perdido vou ensinar passo a passo de como usar cada elemento para otimizar sua imagem.</p>
<h3><b>Dica extra: Nome da Imagem </b></h3>
<p>Antes de inciar o passo a passo, quero te dar uma dica que é fundamental para manter suas url’s otimizadas e que claro, também contribui para a otimização das imagens: alterar o nome da imagem.</p>
<p>O nome da imagem corresponde ao nome que você dá a ela quando ela está no seu computador.</p>
<p>Imagine que você tirou uma foto daquele hambúrguer delicioso que você experimentou no último final de semana. Você já escreveu o post sobre a hamburgueria e agora só falta subir a imagem do hambúrguer para o conteúdo. Porém, quando transferimos uma imagem do celular para o computador, normalmente ela está nomeada da seguinte forma “<b>DSC17032017”</b>. Mas, esse nome não diz nada aos motores de busca. O que você deve fazer é renomear suas imagens sempre antes de subir para o seu site.</p>
<p>No caso do exemplo acima, um bom nome para imagem seria<b> “hamburguer-cheddar-duplo”</b>. Os hífens (-) são utilizados para representar ao Googlebot o espaço entre uma palavra e outra.</p>
<p>Renomear uma imagem é bem simples:</p>
<ol>
<li><b></b>Dê um clique sob a imagem que deseja renomear.</li>
<li><b></b>Com o botão direito do mouse clique sobre a imagem e escolha a opção renomear.</li>
<li><b></b>Renomeie a imagem de acordo com o que ela representa e de acordo com o contexto do conteúdo em que ela será inserida.</li>
</ol>
<p>Pronto. O nome da sua imagem já está otimizado. Vamos ao próximo passo.</p>
<h3>Título da Imagem</h3>
<p>O Google utiliza dois elementos do HTML para identificar uma imagem, são eles: título da imagem e seu alt text.</p>
<p>O título da imagem tem como função fornecer mais informações sobre aquela imagem. O título é essencial para que os motores de busca consigam compreender e extrair mais informações da imagem. Lembrando que o título deve ser relevante e deve estar contextualizado com o conteúdo, beleza? Ah! Evite de repetir o mesmo nome na tag alt e no title da imagem.</p>
<h3>Como compactar uma imagem sem perder qualidade – Passo 2</h3>
<p>No meu próximo artigo a ser publicado falarei um pouco sobre algumas ferramentas para tornar o seu trabalho de SEO mais ágil. No post eu vou mostrar passo a passo de como compactar uma imagem utilizando o Kraken e para não ter que repetir tudo aqui, vou ensinar como compactar suas imagens utilizando uma ferramenta diferente, o TinyPNG.</p>
<ol>
<li>Organize em uma pasta todas as imagens que você precisa compactar e não se esqueça de renomear o nome da imagem como expliquei acima.</li>
<li>Acesse o site da TinyPNG: <a href="https://tinypng.com/">https://tinypng.com/</a></li>
<li>Selecione todas as imagens que você precisa compactar. A ferramenta aceita até 20 imagens e elas podem ter até 5 MB cada uma.</li>
<li>A ferramenta exibe um relatório exibindo o quanto ele compactou no total e o quanto ele reduziu no tamanho de cada imagem.</li>
<li>Faça o download de todas as imagens.</li>
</ol>
<p>E pronto! Agora suas imagens já estão renomeadas e compactadas.</p>
<p><b>Extra: </b>O TinyPNG possui um plugin para wordpress. O plugin permite que você compacte todas as imagens que já estão no seu site. A ferramenta ainda compacta automaticamente as novas imagens que você subir.</p>
<h3>Tag Alt (Texto descritivo) da Imagem – Passo 3</h3>
<p>O alt text é uma descrição alternativa e mais detalhada da imagem. O Google lê essa tag para compreender do que se trata a imagem. Outra função do alt text é que ele é utilizado por programas de acessibilidade que leem conteúdos para pessoas com deficiência visual.</p>
<p>Lembra do exemplo que citei acima? Dissemos que um bom <i>nome</i> para imagem seria<b> “hamburguer-cheddar-duplo”</b>. E um bom <i>alt</i> nesse caso seria <b>“Hambúrguer cheddar duplo Pub Fiction”</b>. Na tag alt eu acrescentei o hambúrguer e o nome da hamburgueria.</p>
<p><b>Como deve ficar o código da imagem:</b></p>
<p>&lt;img src=“url da imagem” title=“Nome da imagem” alt=“Descrição da imagem”&gt;</p>
<p><b>Extra: </b>Observe que no exemplo acima está declarada a <b>altura</b> (height) e a <b>largura </b>(width) da imagem. Isso porque de acordo com o Google especificar as dimensões da imagem no código, permite a renderização mais rápida da página o que, em resumo, melhora o tempo de carregamento da página.</p>
<p>Para inserir a tag alt text nas imagens, peça o desenvolvedor do site para inserir a tag alt após o título da imagem. Para sites em wordpress a tag é inserida automaticamente, basta preencher os campos: título e texto alternativo.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-832 aligncenter" src="http://marketingpordados.com/wp-content/uploads/2017/04/titulo-alternativo.png" alt="titulo-alternativo" width="330" height="342" /></p>
<h2><b>Por que otimizar imagens em suas estratégias de SEO?</b></h2>
<p>As imagens são elementos que podem contribuir para o rankeamento do seu site. Isso porque quando otimizadas, elas diminuem o tempo de carregamento do site e, como já sabemos desde 2010, o Google revelou que o <a href="https://webmasters.googleblog.com/2010/04/using-site-speed-in-web-search-ranking.html"><b>tempo de carregamento é considerado um fator de ranqueamento</b></a>. Outro fator positivo é que quando as imagens estão otimizadas o googlebot conseguem identificar e exibir as imagens no Google Imagens.</p>
<p>Quer saber mais sobre otimização de imagens? Acesse o <a href="https://developers.google.com/web/fundamentals/performance/optimizing-content-efficiency/image-optimization?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>guia de otimização de imagens</strong></a> do Google!</p>
<p>Bom, por hoje só! Espero que você tenha gostado. Se você tem alguma sugestão ou dúvida fique à vontade para comentar.</p>
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		<title>Os 5 principais relatórios do Google Analytics para mensurar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 01:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja qual for o objetivo do seu negócio, uma boa estratégia de marketing digital certamente pode ajudar a alcançá-lo. Para que você saiba se a sua empresa está perto ou longe<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header"><span data-picture="" data-alt="Os 5 principais relatórios do Google Analytics para mensurar"><span class="responsive-img img-675" data-src="http://marketingpordados.com/wp-content/uploads/2017/05/5-relatorios-google-analytics-mensurar-825x477.jpg" data-media="(min-width: 675px)"><img decoding="async" src="http://marketingpordados.com/wp-content/uploads/2017/05/5-relatorios-google-analytics-mensurar-825x477.jpg" alt="Os 5 principais relatórios do Google Analytics para mensurar" /></p>
<p></span></span></header>
<div class="entry-content">
<p>Seja qual for o objetivo do seu negócio, uma boa estratégia de marketing digital certamente pode ajudar a alcançá-lo. Para que você saiba se a sua empresa está perto ou longe desse objetivo, é necessário definir quais métricas servirão como indicadores. E uma das melhores ferramentas para acompanhar esses indicadores certamente é o <a href="https://www.google.com/analytics/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Analytics (GA)</a>.</p>
<p>Neste artigo, vamos entender o que são os relatórios do Google Analytics e veremos os cinco principais para você acompanhar na sua empresa. Confira!</p>
<h2>O que são os relatórios do Google Analytics?</h2>
<p>Os relatórios são a principal funcionalidade do GA. Por meio de gráficos, tabelas e outras formas de visualização de dados, é possível entender como os visitantes estão chegando ao seu site e como estão se comportando dentro dele. O sistema permite ver informações de atividades relacionadas ao público-alvo, aquisição, comportamento e conversão.</p>
<h2>Quais são os principais relatórios do Google Analytics?</h2>
<h3>1. Relatório de palavras-chave</h3>
<p>Caminho 1: Aquisição &gt;&gt; Google AdWords &gt;&gt; Palavras-chave</p>
<p>Caminho 2: Aquisição &gt;&gt; Campanhas &gt;&gt; Palavras-chave orgânicas</p>
<p>O relatório de palavras-chave mostra os dados sobre a aquisição de usuários segundo as palavras-chave pagas (caminho 1) ou orgânicas (caminho 2) usadas para chegar ao seu site. É uma oportunidade de saber se seus esforços com links patrocinados e SEO estão trazendo resultados.</p>
<p>Veja se há mais sessões (visitas) para as palavras-chave mais trabalhadas. Entenda como novos usuários encontram a sua marca. Analise quais palavras-chave têm as maiores taxas de conversão. Se os números não forem satisfatórios, talvez seja preciso testar novas palavras-chave na sua estratégia de aquisição de tráfego.</p>
<h3>2. Relatório de links externos</h3>
<p>Caminho: Aquisição &gt;&gt; Todo o tráfego &gt;&gt; Referências</p>
<p>O relatório de links externos mostra quais sites, campanhas de e-mail ou aplicativos estão apontando para o suas páginas. Saiba a quantidade de tráfego que sua campanha de e-mail marketing, sites parceiros, sites de notícias e outros estão trazendo para seus posts.</p>
<p>Verifique também como está o trabalho em marketing de conteúdo. A produção de conteúdo de qualidade está intimamente ligada à obtenção de links externos.</p>
<h3>3. Relatório de análise de coorte (beta)</h3>
<p>Caminho: Público-alvo &gt;&gt; Análise de coorte (beta)</p>
<p>Uma coorte é um grupo de usuários agrupados por uma dimensão do Google Analytics. Por enquanto, o único tipo de coorte que este relatório mostra é a data de aquisição.</p>
<p>Podemos personalizar o relatório escolhendo o tamanho da coorte, a métrica e o período. O tamanho da coorte define se a coorte vai representar usuários adquiridos no mesmo dia, semana ou mês. A métrica (retenção de usuário, total de usuários, total de transações, total de receita etc.) é a informação que você quer analisar. O período (últimos 7, 14, 21 ou 30 dias) é o intervalo de tempo para a análise.</p>
<p>Definidas essas opções, é possível ver a tabela do relatório para avaliar quanto tempo depois da primeira visita os usuários retornam ao seu site, seja para fechar uma compra ou apenas para visitar.</p>
<h3>4. Relatório de fluxo de usuários</h3>
<p>Caminho: Público-alvo &gt;&gt; Fluxo de usuários</p>
<p>Neste relatório, o Google Analytics nos mostra o fluxo de navegação dos usuários pelas suas páginas. Podemos ver quais são as principais páginas de entrada no seu site, de acordo com o número de usuários. Também conseguimos saber quais páginas os usuários costumam visitar em seguida (interações) e quantos usuários deixam o seu site em cada uma das páginas (desistências).</p>
<h3>5. Relatório de páginas de destino</h3>
<p>Caminho: Comportamento &gt;&gt; Conteúdo do site &gt;&gt; Páginas de destino</p>
<p>Aqui, podemos ver quais páginas do site recebem mais visitas e quais trazem mais conversões para a empresa.</p>
<p>Avalie se as páginas criadas para converter estão com uma taxa de conversão interessante e veja se as páginas com mais visitas estão com a taxa de rejeição baixa. Se a taxa de rejeição estiver alta, quer dizer que os usuários estão deixando seu site antes de continuar navegando nele. Procure incluir links para outras páginas (principalmente as criadas para converter) e garanta que a experiência do usuário será agradável em todas as páginas.</p>
<p>Gostou das nossas dicas? Ficou mais fácil entender os relatórios do Google Analytics? Então compartilhe este artigo nas suas redes sociais e ajude seus amigos a descobrirem o melhor do GA!</p>
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		<title>Redes Sociais + Email Marketing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 19:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redes Sociais + Email Marketing:  Algo complicado de lidar no mercado de publicidade digital é a ansiedade para matar alguma ferramenta ou tipo de mídia. No<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="entry-title"><strong>Redes Sociais + Email Marketing:  </strong>Algo complicado de lidar no mercado de publicidade digital é a ansiedade para matar alguma ferramenta ou tipo de mídia. No mercado de tecnologia, em 1990 existiam sistemas que rodavam desde a década de 70 e se continuavam funcionando sem erros era preciso um motivo muito bom para trocá-los. Existem softwares desenvolvidos na década de 90 que continuam funcionando até hoje.</p>
<div id="primary" class="content-area">
<p>A tecnologia se torna obsoleta, porém a utilidade de uma ferramenta não é medida pela idade que ela tem, mas sim pelos resultados que ela entrega.</p>
<article id="post-608" class="post-608 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-artigos">
<div class="entry-body">
<div class="entry-content">
<p>Aliás deveria ser assim também com as pessoas, mas isso é assunto pra outro tipo de conversa em outro momento.</p>
<p>Nos últimos anos, em função dos trabalhos como consultor e professor, tenho estudado outras disciplinas de marketing digital, nesse processo tornou-se muito claro como a interligação entre essas diferentes ferramentas é importante para maximizar os resultados do cliente.</p>
<p>Abaixo seguem alguns tópicos que valem a pena considerar numa estratégia multicanal:</p>
<h2>Modelo de atribuição</h2>
<p>Ao analisar quais as origens de conversão de sua estratégia digital o e-mail marketing geralmente aparece com bastante destaque, porém se mudarmos o modelo de atribuição para First Interaction ao invés de Last Interaction em geral redes sociais e busca orgânica ganham um destaque maior. A causa para acontecer é porque os canais que trazem o visitante para o seu site pela primeira vez não são necessariamente os mesmo que geram a conversão. Alguém pode conhecer seu e-commerce nas redes sociais e assinar uma newsletter, no futuro quando ele receber uma oferta por e-mail ele decide fazer a compra. Sem as redes sociais a venda via e-mail não teria acontecido, sem o e-mail o acesso vindo de redes sociais não teria convertido em venda.</p>
<h2>Ativo de comunicação</h2>
<p>Quanto mais fãs ou seguidores você possui em redes sociais maior é o potencial de alcance da sua comunicação. Porém quando os usuários saem de uma ferramenta para outra nem sempre você conquista o mesmo usuário nessa nova plataforma.</p>
<p>Já em algumas plataformas podem alterar o algoritmo de distribuição de conteúdo limitando significativamente o seu alcance.</p>
<p>O e-mail é menos efêmero, é mais difícil trocar de e-mail do que de perfil em redes sociais.</p>
<p>Ter o mesmo usuário em diferentes plataformas e também ter o seu e-mail garante que esse usuário vai ficar mais tempo no seu loop de comunicação e eventualmente vai se transformar em um cliente.</p>
<p>Diversificar os canais sociais de sua estratégia e usar uma estratégia de captação de e-mails em paralelo a estratégia de redes sociais aumenta o seu ativo de comunicação.</p>
<p>Uma das ferramentas que tenho testado para diversificar essa comunicação é o E-goi, uma ferramenta de e-mail multicanal, onde você pode, por exemplo, enviar um SMS para quem não abriu o último e-mail.</p>
<h2>Personalização</h2>
<p>É possível obter um grau de segmentação bem avançado anunciando em redes sociais, isso é ótimo para captação de novos usuários, porém para converter usuários que já fazem parte da sua base de relacionamento em atuais consumidores a personalização dos e-mails pode ajudar muito.</p>
<p>É possível enviar e-mails para um usuário específico com base em partes do site que ele navegou, com base nos produtos abandonados no carrinho, com base nas suas últimas compras. E é possível combinar dados do perfil de redes sociais com o cadastramento de uma newsletter se você implantar o Facebook Connect como forma de se registrar no seu site.</p>
<blockquote><p>Existem muitas outras formas de combinar redes sociais e e-mail marketing, além de outras disciplinas do marketing digital, pretendo fazer mais posts similares num futuro próximo e espero que esse poucos tópicos tenham lhe ajudado a refletir um pouco mais sobre a diversidade da sua estratégia atual.</p></blockquote>
</div>
</div>
</article>
<p>&nbsp;</p>
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